A acção do Homem é essencial para o desenvolvimento das sociedades.
Só o trabalho do Homem, com a sua racionalidade e, consequente, inteligência, é capaz de gerar riqueza.
Mas há quem esteja dotado só de racionalidade negativa. Que viva, única e exclusivamente, do trabalho alheio. Estes mais não são do que autênticos parasitas sociais. Mas a sua acção para a inacção é causadora de muitos estragos. Estes só são minorados quando a fortaleza moral e intelectual supera o mais fácil que é desistir.
Lamentavelmente está instalada, em Portugal, uma cultura de penalização da acção.
Os Portugueses lidam mal com os sucesso dos seus pares. Tentam e, por vezes, conseguem destruir o que bem e, por vezes, até de muito bem se faz.
Premiar o bem não é, por enquanto, prática corrente na acção generalizada.
Algo vai ter que ser feito com persistência e continuidade se queremos contribuir para a prosperidade do nosso País.
Teremos que tomar muitas e continuadas medidas de divulgação do bem e do bem.
Há que assumir a prática do bem.
Há que registar os erros e corrigi-los.
Portugal só ultrapassará as grandes dificuldades que atravessa quando o colectivo premiar o bom.
Portugal só crescerá e se desenvolverá quando penalizar aqueles que só querem destruir o que de bom e de melhor se faz.
Portugal só crescerá com inovação e trabalho empenhado de todos.
Ignorar as "aves" agoirentas", os profetas da desgraça e os velhos do Restelo é prestar relevante serviço a Portugal e aos Portugueses.
Valorizar o trabalho é missão que incube a todos se quisermos um ser e estar num País próspero, onde nos sintamos bem connosco e com os nossos próximos.
Pensar não dói, trabalhar é uma honra e tem que ser um prazer, emprego é um direito e a condição básica de combate à pobreza e a exclusão.
Ao Estado compete criar as condições e concretizar acções que evitem o desemprego, a pobreza e a exclusão.
Enviar funcionários públicos para o desemprego é contribuir para o aumento da pobreza e da exclusão assim como agravar a situação social já de si preocupante.
A missão social do Estado está a ser esquecida e ignorada em Portugal.
Com o que se está a passar na actualidade nada de bom se augura para Portugal e para os Portugueses.
O crescimento da economia não arranca. A confiança dos agentes económicas é muito pouco. A comprovar isto mesmo está a estagnação do investimento.
Os recursos financeiros do Estado são empregues de uma forma não reprodutiva, consumo corrente.
Só o investimento no capital humano gerará riqueza, trabalho e emprego.
Portugal necessita de mudar sobretudo de mentalidade e de paradigma de cultura organizacional.
Em plena era de globalização económica e financeira algo mais tem que ser feito do que continuarmos aqui parados neste cantinho à beira mar plantado.
quarta-feira, 25 de julho de 2007
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Fazer é difícil
É muito mais fácil destruir o que os outros constroem.
Construir implica pensamento, idealização, planeamento, programação, execução e avaliação.
Destruir é todo o contrário. É só esperar que alguém ao lado inicie "obra" e depois é só ir deitando abaixo.
Construir exige promover união entre elementos. Exige aproximação. Exige comunhão. Exige harmonia. Exige continuidade. Construir é um processo de continuidade, de manutenção, de crescimento, de desenvolvimento e de permanente consolidação.
Destruir é impedir. É criar dificuldades sistemáticas. É abater e bater. É dividir. É amesquinhar. É apoucar. É esconder. É desgastar. É fazer desistir. É fazer tropeçar. É a maledicência.
Construir exige ânimo, motivação, empenhamento.
Destruir é esperar pelo insucesso.
Muitas obras, mesmo as intangíveis, com a devora da passagem do tempo ou se degradam e se tornam inservíveis ou desaparecem.
Aqueles que só se preocupam em destruir falta-lhes sempre o tempo porque vivem em permanente ansiedade. E esta jamais foi boa conselheira.
Mas o mundo não para. E a felicidade dos Homens consegue-se construindo.
Aqui vai estar um contributo de permanente combate à destruição.
Aqui vai estar um contributo de promoção do BEM e do BOM.
Construir implica pensamento, idealização, planeamento, programação, execução e avaliação.
Destruir é todo o contrário. É só esperar que alguém ao lado inicie "obra" e depois é só ir deitando abaixo.
Construir exige promover união entre elementos. Exige aproximação. Exige comunhão. Exige harmonia. Exige continuidade. Construir é um processo de continuidade, de manutenção, de crescimento, de desenvolvimento e de permanente consolidação.
Destruir é impedir. É criar dificuldades sistemáticas. É abater e bater. É dividir. É amesquinhar. É apoucar. É esconder. É desgastar. É fazer desistir. É fazer tropeçar. É a maledicência.
Construir exige ânimo, motivação, empenhamento.
Destruir é esperar pelo insucesso.
Muitas obras, mesmo as intangíveis, com a devora da passagem do tempo ou se degradam e se tornam inservíveis ou desaparecem.
Aqueles que só se preocupam em destruir falta-lhes sempre o tempo porque vivem em permanente ansiedade. E esta jamais foi boa conselheira.
Mas o mundo não para. E a felicidade dos Homens consegue-se construindo.
Aqui vai estar um contributo de permanente combate à destruição.
Aqui vai estar um contributo de promoção do BEM e do BOM.
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