quarta-feira, 25 de julho de 2007

Só o trabalho gera riqueza

A acção do Homem é essencial para o desenvolvimento das sociedades.
Só o trabalho do Homem, com a sua racionalidade e, consequente, inteligência, é capaz de gerar riqueza.
Mas há quem esteja dotado só de racionalidade negativa. Que viva, única e exclusivamente, do trabalho alheio. Estes mais não são do que autênticos parasitas sociais. Mas a sua acção para a inacção é causadora de muitos estragos. Estes só são minorados quando a fortaleza moral e intelectual supera o mais fácil que é desistir.
Lamentavelmente está instalada, em Portugal, uma cultura de penalização da acção.
Os Portugueses lidam mal com os sucesso dos seus pares. Tentam e, por vezes, conseguem destruir o que bem e, por vezes, até de muito bem se faz.
Premiar o bem não é, por enquanto, prática corrente na acção generalizada.
Algo vai ter que ser feito com persistência e continuidade se queremos contribuir para a prosperidade do nosso País.
Teremos que tomar muitas e continuadas medidas de divulgação do bem e do bem.
Há que assumir a prática do bem.
Há que registar os erros e corrigi-los.
Portugal só ultrapassará as grandes dificuldades que atravessa quando o colectivo premiar o bom.
Portugal só crescerá e se desenvolverá quando penalizar aqueles que só querem destruir o que de bom e de melhor se faz.
Portugal só crescerá com inovação e trabalho empenhado de todos.
Ignorar as "aves" agoirentas", os profetas da desgraça e os velhos do Restelo é prestar relevante serviço a Portugal e aos Portugueses.
Valorizar o trabalho é missão que incube a todos se quisermos um ser e estar num País próspero, onde nos sintamos bem connosco e com os nossos próximos.
Pensar não dói, trabalhar é uma honra e tem que ser um prazer, emprego é um direito e a condição básica de combate à pobreza e a exclusão.
Ao Estado compete criar as condições e concretizar acções que evitem o desemprego, a pobreza e a exclusão.
Enviar funcionários públicos para o desemprego é contribuir para o aumento da pobreza e da exclusão assim como agravar a situação social já de si preocupante.
A missão social do Estado está a ser esquecida e ignorada em Portugal.
Com o que se está a passar na actualidade nada de bom se augura para Portugal e para os Portugueses.
O crescimento da economia não arranca. A confiança dos agentes económicas é muito pouco. A comprovar isto mesmo está a estagnação do investimento.
Os recursos financeiros do Estado são empregues de uma forma não reprodutiva, consumo corrente.
Só o investimento no capital humano gerará riqueza, trabalho e emprego.
Portugal necessita de mudar sobretudo de mentalidade e de paradigma de cultura organizacional.
Em plena era de globalização económica e financeira algo mais tem que ser feito do que continuarmos aqui parados neste cantinho à beira mar plantado.

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