Estamos a assistir a coisas que não lembram ao diabo mais estapafurdio mas lembram aos governantes deste e de outros países do chamado mundo desenvolvido.
Todods os dias ouvimos os governantes desses países reclamar estabilidade política, estabilidade das organizações financeiras, entre outras estabilidades.
Os governantes reclamam portanto estabilidade para os respectivos países e sobretudo para si e para os seus se poderem manter no poder.
Mas se repararmos são os mesmo governantes que tentam impigir a imprescidibilidade de flexibilizar as leis laborais.
E o que quer dizer a flexibilização das leis laborais ? Quer dizer que a estabilidade de emprego vai deixar de existir.
Então o que está a acontecer é um proteccionismo ao capital, à acumulação de capital por um número cada vez mais reduzido de pessoas e um aumento progressivo e continuado dos níveis e dos n´meros da pobreza.
A concentração da riqueza é cada vez maior num número de pessoas cada vez menor.
Mas em contrapatida a pobreza não para de crescer e o número de pobresnão para de aumentar.
O que os governantes parece quererem é proteger o capital e os seus detentores pois são estes que lhes pagam as campanhas eleitorais e são estes que garantem chorudos rendimentos quando decidirem terminar as suas carreiras políticas.
Cada país tem o seu sistema de gestão de poderes que confere a quem detém o capital uma capacidade de influenciar e até mesmo de decidir políticas públicas que está nas mãos de alguns (poucos) que dominam os partidos políticos do arco do poder.
O progresso e desenvolvimento dos países assenta essencialmente na criação de riqueza e esta só é criada pelo trabalho.
E porque assim é torna-se essencial que os trabalhadores usem a capacidade monstruosa de que dispõem.
A sua força é essencial e fundamental.
Só quem trabalha e vive da sua força de trabalho pode alterar os sistemAS QUE SE INSTALARAM EM CADA PAÍS.
Será uma missão quase impossível, mas absolutamente imprescindível para que alguns não se apropriem, indevidamente, da riqueza criada por terceiros.
sexta-feira, 23 de maio de 2008
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