Portugal está a ser conduzido para uma situação de rotura.
O discurso daquele que ocupa o cargo de 1.º ministro é bem elucidativo do estado em que está a sua nação.
Portugal não se revê em nada do que esse cavalheiro apresentou no seu discurso(?) inicial.
Três notas apenas.
A primeira.
Já chega de culpar a oposição pelo actual Estado da Nação.
Esse cavalheiro que ocupa o cargo de 1º ministro afirma com a maior das desfaçateses que a culpa do actual estado do País´se deve aos governos de 2002/2004. É preciso descaramento e ...
Então esse cavalheiro já esqueceu que ele é um dos principais responsáveis pela situação criada pelo governo Guterres? Ou já se esqueceu que pontificava nesse (des)governo e que agora é que estamos a pagar os erros cometidos entre 1995 e 2002?
Esse (des)governo tev todas e as melhores condições para a tomada de decisões que evitassem situações como a actual.
Esse cavalheiro não pode querer fazer de parvos, os Portugueses. Todos nos lembramos, muito bem, das óptimas condições de que Portugal beneficiou nesse período.
Mas tal como então só se (des)governou com a esperança de ganhar votos.
O resultado está à vista.
Se este cavalheiro contunuar por muito mais tempo podemos, a qualquer momento, vir a ser confrontados com gravíssima convulsão social.
O mal estado generalizado e sentido pelos cidadãos pode ser o pronúncio de algo de muito grave pode vir a acontecer.
Lamentavelmente, esse cavalheiro não tem o mínimo de sensibilidade nem social, nem económica, nem nada.
Segunda nota.
Como pode um cavalheiro como este que está instalado no cargo de 1º ministro falar em rigor e respeito.
Não acha que deve mais respeito e consideração aos Portugueses?
Como pode falar em rigor quem deixou de frequentar o ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa onde estava matriculado só para obter o canudo que lhe permitisse cjamarem-lhe engenheiro?
Como teve a desfaçatez de afirmar que mudou para a Universidade Indeoendente porque lhe ficava mais próximo?
Então esse cavalheiro quer fazer crer que a distância entre o ISEL e a Independente é assim tanta?
Quem conhece Lisboa sabe que ambos os estabelecimentos de ensino superior são praticamente contíguos.
Por mais que tentasse não conseguiu esconder que obeteve a licenciatura na Independente de forma mais que de duvidosa legalidade e legitimidade.
Qualquer cidadão com o mínimo de pudor e de vergonha recusaria obter a licenciatura da forma como este a obteve.
Mas pior que tudo isto foi ainda ordenar o encerramento da Universidade Independente. Só encerramento da Universidade Independente impediu a continuação das averiguações da forma como obteve a licenciatura em engenharia civil.
É ademissível que este cavalheiro fale em rigor e credibilidade?
Que credibilidade pode ter este cavalheiro ou um governo por si presidido?
Não contente só com isto ainda se permitiu na deslocação a Caracas fumar no avião. Tendo plena consciência da gravidade da situação armou em ingénuo fazendo crer que não sabiar que era proibído fumar nos aviões?
Que inocência?
Este é o rigor e a credibilidade conquistada por este cavalheiro.
Terceira nota.
As medidas de política anunciadas mais não foram do que a apresentação de contas.
Limitou-se a anunciar mais uma série de despesas a suportar pelo erário público.
Comportou-se como um mero tesoureiro.
Portugal não necessita de tesoureiros. Já tivémos um durante 48 anos e todos sabemos o que isso representou.
Já chega.
BASTA.
BASTA.
BASTA.
quinta-feira, 10 de julho de 2008
domingo, 6 de julho de 2008
ESTA É A REALIDADE
Para aqueles que pensavam ter já visto tudo o que era possível no que ao estado da Justiça em Portugal, desenganem-se.
O que se passou na reunião do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol na passada sexta-feira é tão só mais um episódio, bem elucidativo, do estado da Justiça em Portugal.
Ao que se sabe o Conselho de Disciplina da FPF é constituído por Juízes. Só a sua constituição justificaria que fosse um Órgão de referência.
Mas, infelizmente, os seus membros resolveram brindar-nos com mais um espectáculo degradante.
Este caso demonstra que algo de muito profunda transformação tem que ser feito e muito rapidamente de forma a possibilitar a recuperação da confiança dos cidadãos na Justiça Portuguesa.
O que se passou na reunião do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol na passada sexta-feira é tão só mais um episódio, bem elucidativo, do estado da Justiça em Portugal.
Ao que se sabe o Conselho de Disciplina da FPF é constituído por Juízes. Só a sua constituição justificaria que fosse um Órgão de referência.
Mas, infelizmente, os seus membros resolveram brindar-nos com mais um espectáculo degradante.
Este caso demonstra que algo de muito profunda transformação tem que ser feito e muito rapidamente de forma a possibilitar a recuperação da confiança dos cidadãos na Justiça Portuguesa.
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