O resultado das eleições europeias de ontem vieram demonstrar algumas evidências que alguns não queriam ver e/ou queriam esconder.
A primeira é o sistemático resultado apresentado por empresa de sondagem que sempr e só dava vantagem ao PS.
Com empresas de sondagens como essa os prognóticos (sondagem) só se podem fazer no fim, ou seja, quando conhecidos os resultados das eleições.
Há aqui uma possibilidade de as sondagens serem "orientadas" no sentido de indicarem resultados possíveis de eleições sabendo-se que poderão não acontecer com uma probabilidade próxima dos 100%.
Sabendo-se da apetência para que os eleitores votem em quem tem mais probabilidades de ganhar, as sondagens realizadas dessa forma podem ter efeitos de indução ao voto.
Uma outra conclusão dos resultados eleitorais é a fortíssima censura às políticas levadas a cabo pelo actual Governo.
Podendo-se referir que algumas medidas (não políticas) tiveral algum efeito benéfico em alguns, poucos cidadãos, nomeadmente, o Diário da República electrónico, sem qualquer efeito prático para a generalidade dos cidadãos, todas as medidas de políticas concretizadas por este Governo foram, altissimamente, penalizadoras para os seus destinatários.
Não são conhecidas medidas que se possam considerar benéficas e/ou que permitissemmelhorar o nível ou a qualidade de vida dos destinatários.
Os resultados de ontem também são resultado da ineficácia dos sacrifícios pedidos aos Portugueses durante 4 (quatro) anos por culpa dos anteriores Gopvernos que tinham deixado o País num caos.
A verdade é que Portugal está em todos os indicadores bem pior hoje do que estava há 4 anos. E os sacrifícopos pedidos aos Portugueses não serviram, absolutamente, para nada.



